Arquivo do mês: 10/2008

Domingo, dia de clássico Sport x Naútico. Como todo bom rubro-negro, não poderia deixar de ir. Então encontrei com os amigos e fomos direto para a ilha. Chegando a ilha, o primeiro problema: Faltava um ingresso para meu cunhado pirralha, eu tinha três opções:

1) Comprar uma entrada “inteira”;
2) Comprar uma entrada de “sócio” e arriscar entrar sem a carteira;
3) Comprar um ingresso de estudante ao FDP do cambista;

Ilha do Retiro

Ilha do Retiro

A primeira coisa que fiz foi descartar a terceira opção acima listada. Jamais irei contribuir com esse maldoso esquema de venda de ingresso que só atrasa a vida das torcidas (na final da Copa do Brasil os cambistas compraram os ingressos de gerais e estudantes todos, então revoltada a Torcida Jovem “assaltou” dois cambistas segundo me contaram e distribuiram os ingressos – bem feito).

Compra a entrada de Sócio seria arriscado, pois poderia dar problema na hora de entrar, como não estava com a carteirinha e nem tão pouco comprovante eu não quis arriscar e tive que pagar R$ 30,00 do ingresso.

Cheguei ao estádio com R$ 60,00, tive que pagar o estudante do cunhado (R$ 15,00) e o meu. Ainda sim antes de entrar no estádio fui procurar um lugar para parar o carro. Nas ruas flanelinhas querem R$ 5,00 adiantado (absurdo, cadê a polícia?). Então fui estacionar no Extra, pois o estacionamento pelo menos tem seguro. Chegando lá a grande surpresa: R$ 10,00 o estacionamento. Fiquei mais emputecido ainda. Abusam porquê são o único estacionamento da área, mas na rua é que eu não iria deixar, pois além de pagar os R$ 5,00 ao “flanelinha”, ainda corro o risco de ter meu carro roubado, arranhado, furtado etc.

Então continuando nossas contas: 10+15+30 = 55. Foi isso, só para começar R$ 55,00 gastos (poderia ter economizado R$ 15,00 se tivesse comprado os ingressos bem antes, mas mesmo assim seriam R$ 40,00 só de entrada no estádio). Lá dentro conhecemos uma hilária figura que tinha acesso livre as cadeiras e cobrava uma taxa simbólica para nos conduzir até lá. E ai lá vamos todos nós mais dinheiro gasto.

Resultado final: Gastei R$ 65,00 para ver o SPORT e Naútico empatarem num jogo muito nervoso. Um grande jogo diga-se de passagem e com o futebol apresentado pelas duas equipes [ em uma fria análise ], foi um resultado justo. Mas ir ao estádio novamente este ano? Bem vou pensar duas vezes antes de levar alguém comigo.

Muito bem, essa vai para os fumantes de plantão. Sabemos que o cigarro é das “drogas legalizadas” mais difíceis de ser largada. Sei disso porque meu pai foi fumante durante 20 anos e graças a Deus há mais de 15 não coloca um cigarro na boca. Tenho vários amigos fumantes e sempre que possível faço pressão psicológica para que parem de fumar ;-)

Bom segue meu recado de hoje:

Cigarro?

Cigarro?

O trânsito é sempre um grande problema em cidade grade. Em Recife não é nada diferente. A cada dia que se passa o trânsito está cada vez mais caótico e mais veículos são “injetados” em nossas ruas. Há quem diga que um dia vamos todos sair de casa e não conseguiremos andar com nossos carros. Hoje vou contar algunas experiências e coisas que aprendi no trânsito.

Andando de carro…

Gasolina não anda nada barato e por sinal nunca mais baixou de preço (pelo menos não subiu mais). R$ 2,59 é a média de preço por litro em Recife. Meu gasto mensal com combustível variava entre R$ 400,00 e R$ 450,00 por mês. Isso porquê rodo diáriamente cerca de 60km entre os trajetos de casa e trabalho (ida e volta, sem contar com os dias atípicos onde tenho que fazer outros trajetos) e ainda existem os engarrafamentos que consomem bastante combustível.

Trânsito parado, hora passando, sinais e sinais de trânsito abrindo e fechando e você andando tão devagar quanto uma tartaruga. Claro que isso vai depender do horário também. O fato é que andar de carro começou se tornar um problema para mim. De manhã trabalho em uma cidade e a tarde em outra. No horário de almoço então quase sempre tinha que “engolir a comida” para chegar a tempo; outra grande barreira são as péssimas condições de nossas vias de trânsito. Troquei de carro há cerca de 1 ano e 6 meses, a suspensão do carro estava nova, sem um barulho, hoje está a maior batedeira, o último orçamento que fiz estava em R$ 1.200,00 para consertar, em suma o carro começou a custar caro para meu dia-a-dia e ainda estava me fazendo perder tempo.

Nada contra carros, muito pelo contrário, como todo bom brasileiro, eu amo meu carro e nada se compara ao conforto de andar no carro, com os vidros fechados e o ar-condicionado ligado, mas eu precisava resolver meu problema de custo/benefício. Ai decidi comprar uma motocicleta.

A Moto…

Comprei uma Honda Biz 125 KS, faz 45Km/L. A moto é bem simples de utilizar e pilotar. Começou fazer diferença logo na primeira semana. Enquanto para encher o tanque do Renault Clio custava em média R$ 120,00, o da Biz custa R$ 10,00 (quando vazio!), como podem ver a economia é grande, se eu passar o mês inteiro só rodando na moto gasto R$ 50,00 de combustível no máximo. No horário de almoço onde eu levava em média 45min p/chegar em casa, de moto levo pouco mais de 15min. Isso ocorre devido o famoso corredor que fica entre os carros (e pensar que eu odiava os motoqueiros me cortando no trânsito, hoje eu entendo o motivo). Enquanto os carros estão parados ou trânsitando a baixa velocidade em fila indiana, na moto saio cortando todos eles (com responsabilidade claro) e sempre ganho vários minutos.

Mas nem tudo são flores… diáriamente vários sustos podem ocorrer. O meu primeiro grande susto foi numa fila de carros parados, minha mão enganchou no acelerador da moto (a biz não tem embreagem), subi uma cançada e bati de lado em um muro (meu corpo bateu mas a moto não). Sorte minha que não haviam pedestres na calçada. O segundo grande susto foi na Av. Eng. Domingos Ferreira, quando um motorista desatencioso apressado avançou um sinal que eu passara no amarelo e bateu no pneu traseiro de minha moto me impulsionando para frente, sorte minha que na hora “aquela voz” no ouvido falou: “Acelera senão tu cai”. Dito e feito acelerei e não perdi o equilibrio e p/finalizar a parte dos sustos, o terceiro e último ocorrido em 10 meses de moto foi em Olinda, quando um ônibus trancou um carro e esse no impulso de se livrar do ônibus jogou o veículo para a esquerda sem olhar o retrovisor, eu estava na moto do lado do carro desviei mas ainda bati com o pneu dianteiro em um cavalete da delegacia, porém não caí, foi só o grande susto mesmo (graças a Deus). Sem falar dos outros sustos menores como carros que resolvem mudar de faixa sem olhar retrovisor, ciclistas na contra-mão quando você menos esperam ou ainda ciclistas que acham que podem passar em qualquer buraco (ciclista em trânsito é em geral muito irresponsável).

Bom para não extender muito, hoje pela manhã quando fui deixar Carol no trabalho, fui observando a quantidade de motos, e vi que o número aumentou bastante do começo do ano para cá. Então pensei:

“Motocicletas estão se tornando cada vez mais comum no trânsito do grande Recife. Acho que as pessoas estão observando que está se tornando mais prático e rápido andar de moto. Sem falar que as motos poluem menos que os carros.”

Com isso finalizo aqui esta primeira parte do meu pensamento ainda não com opnião formada e fechada sobre o assunto, mas acredito que uma das soluções para o trânsito é a utilização de motocicletas, mas claro que com responsabilidade. No próximo post falarei sobre segurança na pilotagem de motos e as vias de trânsito e o que poderia ser feito para melhoria delas.

O Retorno de Miguel

Como todo “bom filme”, a saga continua e o nosso glorioso Miguel continua sua batalha, só que dessa vez o negócio dele “é o tracinho”.

Segue abaixo link do vídeo:

O Retorno de Miguel