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Sim é isso mesmo! Hoje eu irei falar de música brasileira! Não que eu seja culto, que entenda bastante de música para falar sobre o assunto… mas o que acontece é que meus ouvidos não são lixeira. Primeiramente quem vos escreve está com uma puta crise de coluna, que creio eu que seja resultado do stress que tenho passando nos últimos dias (rapadura é doce mas num é mole não).

Bom vamos ao que interessa, vou começar falando da nova moda: frevo-techno-brega. Pois é, já não bastasse ter que ouvir por onde passamos o tal do “techno-brega”, agora que chegou o carnaval eles estão regravando os seus “sucessos” músicas compostas com muita poesia como o trecho abaixo:

“O amor é que nem o capim, mas veja que absurdo, agente planta ele cresce aííí vem uma vaca e acaba tuuuuddoooo!”

Agora imagina essa linda poesia em versão frevo?! Como diria o nosso nobre colega e grande bebunsofolo Aristóteles: “É Froid!”

E não para por aí não, ainda tem uma do apressadinho:

“Apressadinho, é o começo, já quer me levar para o motel! Apressadinho é o começo, vai devagar, senão você cai numa cilada!”

E ainda tem uma outra:

“E quando o seu pai souber que você saiu comigo e se perdeu, que você não é mais aquela mocinha? [ Ela responde: ] Vaaaaai vai  querer matar você, vaaaai e eu não quero te perder! Eu não quero ficarrrr viúva tão cedo!”

Imaginem só, essas pérolas da nossa música techno-brega agora em versão techno-brega-frevo reloaded?!

E pensam que só o povo da favela? Olha o que os baianos estão cantando por aí:

“Perereca pra frente… Oi! Oi! Perereca pra trás! Oi! Oi!”

Ou então essa aqui ó:

“Mexe o balaio! Mexe o balaio! Oi! Oi! Oi!” (Isso umas 10x seguidas)

E para fechar com chave de ouro, escutei uma no sábado que foi o cúmulo:

“Ralando a Xana no asfalto! Desce! Desce! Desce! Ralando a Xana! Ralando a Xanaaa”

TOMZÉTODOSOSOLHOS

E vocês pensam que é só isso? Já viram como é o CPM22 ou o Detonaltas compondo uma música?

Imaginem só:

“Taram ram ram ram ram Estou aqui sentado na cadeira! Taram ram ram ram Blogando um monte de besteira! Taram ram ram ram! E se você ouvir e não gostar Taram ram ram ram Eu vou mandar você visitar a casa do Oscar! Taram ram ram ram”

É mais ou menos assim…

Cada dia que passa mais e mais desses lixos musicais vão sendo criados e o pior de tudo é que o povão gosta! Adora tomar cachaça ouvindo esse tipo de coisa. Adora ir para shows e ver a mulherada “esfregando a xana no asfalto”. Brasileiro é isso, adora circo!

Brasileiro se junta para tirar personagens da casa do BBB, brasileiro faz campanha para alguém que já é rico ficar ainda mais rico. E o melhor de tudo ainda liga e manda SMS para contribuir com essa riqueza.

Todos falaram da Tessália, porque ela falou em um microfone judeu. Se juntaram e tiraram ela da casa com 78% de rejeição do público. Ninguém se junta para fazer abaixo assinado em pró coisas construtivas ou para derrubar político corrupto por exemplo.

É melhor ouvir porcaria, assistir o que a TV aberta empurra nas massas do que conviver com a realidade. Acho que vou fazer igual ao Simão, “vou tomar o meu colírio alucinógeno”.

Carro Novo x Carro Usado

Nos últimos dias, tenho sofrido bastante com meu carro. Não é que seja problemático, mas o fato é que comprei um carro que nunca havia sido revisado. Trata-se de um Renault Clio RL (1.0 8V) ano 2001. Um carro com 8 anos e pouco mais de 106.000 km rodados.

Quando comprei ele, em 2007 o carro estava “tranquilo”. Tinha 64.000km rodados, suspensão toda durinha, nenhum barulho estranho, motor aparentemente novo, lataria impecável. Mas os problema só vieram agora, em 2009, 27 meses após a compra.

Por incrível que pareça, nesse mês gastei pouco mais de R$ 2.300,00, fora outras manutenções que fiz ao longo dos 2 anos utilizando. Somando as notas, deu algo em torno de R$ 4.200,00 (isso sem somar o prejuízo que tive quando fui engavetado por um animal embriagado no ano passado), que se divididos em 24 meses daria R$ 175,00 a mais na prestação. E aí me pergunto, valeu a pena? Pago R$ 450,00 de parcela do carro, é o valor que eu estipulei para gastar com a parcela. Se somarmos, dá R$ 625,00. Eu estaria pagando um carro 0km.

Tudo bem que em 2 anos eu rodei mais de 52.000km com o carro, apenas fazendo a manutenção básica (troca de uma peça o outra, troca de óleo). Olhando pelo lado da resistência onde segundo o mecânico da oficina que costumo ir, meu carro é todo original, os amortecedores, molas, juntas, cálcios etc. Só na suspensão foi gasto R$ 1.600,00, tive que trocar correia dentada, bomba d’água, rolamento da correia, óleo e botar uns aditivos, foi embora mais R$ 600,00 (isso só agora em julho).

Bom pelo menos o carro ficou “novinho” e espero que não quebre mais nada até pelo menos eu terminar de pagar tudo isso.

Agora vamos as contas. Conversando com o dono da oficina, ele mandou eu olhar o “custo beneficio” e falou algo que tem sentido na hora de comprar um carro zero. Segundo ele carro zero, tem que ser bem comprado, se a sua idéia é passar uns 5 ou 6 anos com ele, pois caso contrário, o zero pode não aguentar o “trampo” com 3 ou 4 anos de uso vai precisar de manutenção assim como o meu precisou em seu 8º ano de uso. (ele ficou surpreso por ter demorado tanto a dar problema no Clio). Porém segundo ele, se você compra um zero pensando em troca-lo após 4 anos, pode escolher com um pouco menos de critério a sua compra, afinal quando ele estiver começando a dar problemas você vai passa-lo adiante, restando a quem o comprar fazer a menutenção.

Bem, o fato é que no meu caso, não vou trocar o carro nem tão cedo, pois se eu vender agora, quem o comprar é que vai pegar “o filé” e eu não vou ter lucrado nada com a venda, pois ainda faltam 33 parcelas para liquidar. Aliás, talvez eu nem o venda após quitar, pois sei que não vai estar valendo muito daqui a 3 anos, então talvez seja mais negócio mante-lo (se não tiver dando muito gasto) e comprar um zero (agora sim!), ficando com os dois (quem vai gostar é minha esposa).

Só mais uma coisa, ainda existe o tal “carro pular”? Não o vejo a tempos, pois o modelo 0km mais barato que vejo nas propagandas custa acima dos R$ 21.500,00 (pelado, sem opcionais nenhum). Alguém viu de fato se a “Redução do IPI” realmente ocorreu? Não vi diferença nos preços, vi apenas boas campanhas publicitárias.

Dando continuidade, após pouco mais de 4 meses quando escrevi a primeira parte desta série, venho novamente postar sobre o assunto. Não sei se fecharei aqui a idéia, mas ao longo destes 4 meses minha vida de freelancer mudou bastante graças a tão falada “crise mundial”.

Malabarismo

Quando iniciei este assunto aqui no blog, eu estava numa situação financeira confortável para um freelancer, aliás bastante confortável. Porém, no decorrer de dezembro e do mês de janeiro as coisas mudaram bastante. O suficiente para que eu parasse para repensar alguns pontos de minha vida pessoal/profissional e também sobre a relação contratante/contratado quando o assunto é prestação de serviços.

Para os que ainda não sabem, trabalho com administração e gestão de redes. Sempre focado em infra-estrutura de T.I. Esta área é pouco conhecida e bastante carente em todo o Nordeste, devido a falta de grandes empresas e até mesmo de investimentos por parte das empresas locais em seu setor de T.I. E desde que essa recessão começou as empresas diminuiram ainda mais os investimentos em tecnologia da informação, reduzindo seus custos com equipamentos, serviços e até mesmo realizando cortes de funcionários.

Para mim não foi diferente. As empresas que mantinham contrato comigo, optaram por reduzir a carga horária, algumas outras optaram por me pagar apenas pelas horas trabalhadas (propondo também um custo baixo nas horas). O resultado final foi uma queda nas finanças em torno de 50% dentro de 1 mês. Isso me fez repensar muita coisa, a primeira coisa que repensei foi a forma como eu vinha mantendo meu networking, a segunda coisa que repensei foi a relação de importância de meu trabalho dentro das instituições na visão delas, a terceira coisa foi a forma como eu vinha gerindo minhas finanças e por último mas não menos importante (talvez a mais importante) como andava minha formação acadêmica.

Há um tempo eu não vinha tendo tempo de comparecer em eventos de software livre e até mesmo outros eventos da área de tecnologia, devido eu estar sempre “me matando para apagar os incêndios dos meus clientes”, acho que eu havia me transformado em um bombeiro. Esse fato fez com que eu ficasse um pouco afastado de meu networking, este que vinha apenas mantendo com algumas poucas conversas via internet ou quando por acaso encontrava os conhecidos em algum lugar. Isso na hora da crise fez muita falta. Pois eu estava desatualizado com os meus contatos, muitos deles haviam mudado de emprego, houve casos em que mudou até de profissão. O fato é que a grande maioria tinha uma imagem muito diferente de minha vida profissional. Acreditavam que eu tinha grande estabilidade.

Então, definitivamente aprendi a importância de se reciclar e manter o networking atualizado, manter também um bom ciclo de amizades profissionais e pessoais, procurando sempre manter o contato.

O segundo ponto, sobre a importância do meu trabalho dentro das instituições, cheguei a conclusão de que o nordeste está longe de ser um polo na área de infra estrutura de tecnologia. Quando fui buscar oportunidades na internet, os bons empregos e serviços para administradores de redes, estão sempre lá em baixo do mapa, no sul e sudeste. Aqui a profissão ainda não tem muita importância, as empresas preferem pagar (chorando) por um serviço e depois só chamar na hora do incêndio para apagar. O profissional de T.I. anda muito desvalorizado por aqui, porém isso não é geral, claro que toda regra tem suas exceções.

Um fato comum, é quando empresas cortam os nossos serviços alegando que não são necessários para a manutenção preventiva. Um grande erro na minha opnião. Dois clientes que optaram por reduzir minha carga horária viram o problema ocorrer na prática. A velha história da falta de manutenção que gera um prejuízo de tempo (e até mesmo financeiro) grande na hora da correção.

O terceiro ponto, a forma como estava gerindo minhas finanças. Esse sim foi um ponto crítico. Eu não estava fazendo capital de giro (e eu que sempre recomendo a todos que o faça…), estava reinvestindo 100% do que eu ganhava em pró de meu conforto, boa aparência, boas condições e ferramentas de trabalho. Resultado: na hora em que “a casa caiu” as finanças andavam bem apertadas, o que me colocou contra a parede e me fez cortar custos até de onde não tinha como. Foi um golpe duro, confesso que até agora ainda não estou 100%, mas digamos que eu já estou 65%.

De ontem em diante, aprendi a guardar, ter paciência e só investir quando tiver condições reais de manter prevendo possíveis problemas financeiros.

O último ponto: Minha formação acadêmica que anda parada. Preciso retomar minha faculdade, pois não adianta apenas viver de apagar incêndios. Uma hora vou precisar de estabilidade e uma boa formação me ajudará a conseguir isto. Estou falando de retomar a faculdade na área de tecnologia mesmo. Pretendo fazer um curso superior de gestão de tecnologia da informação. Este curso é novo e visa formar um profissional com visão empreendedora e que entenda de tecnologia, mas focado na gestão do negócio.

Percebi isso nos anuncios de trabalho na internet, muitas empresas hoje não querem mais prestadores de serviços e além de exigir bastante conhecimento na hora de contratar, ter um diploma está cada vez mais se tornando um item de necessidade (até mesmo para concursos).

Bom, quanto aos clientes que propuseram redução de horas e financeira, bom estes eu propus que me ligassem apenas quando tivessem problemas. Prefiro que me paguem para apagar um incêndio (sei avaliar o custo beneficio para eles ;-) ), do que ficar recebendo um valor abaixo do cobrado pelo mercado (ajudando assim a prostituição do mercado), e ter que estar sempre dando satisfação ou recebendo ligações para resolver problemas bobos me fazendo perder muito tempo e ser subutilizado.

Finalmente, a vida de freelancer não é fácil! Requer muito malabarismo, paciência, inteligência, visão empreendedora e muita diplomacia. E como sempre, recomendo a todos que valorizem o seu trabalho, pois cada um de nós sabemos o quanto foi custoso adquirir o conhecimento a prática e a experiência em nossa área de atuação.

Se vou desistir da estrada? Certamente não… mas vou buscar cada vez mais estabilidade.

Hoje fui colocar no dotLinux um banner de propaganda do FISL. Nada de mais, uma coisa rotineira, na minha opnião, ou pelo menos deveria ser. Desde que mudei o template do blog para o “MixedMedia”, não havia visitado o blog sem estar logado como administrador. E para a minha surpresa, ao incluir o banner e visitar o blog e clicar em qualquer matéria, o menu lateral ia lá para baixo e ficava uma bagunça só.

A principio imaginei que o problema estava no código HTML que fiz para o banner, removi e o erro persistia, então a primeira hipotese caiu por terra. Foi aí que comecei pensar se não era falha no template. Poootz, para que fui inventar de corrigir?

Realmente a falha estava lá no template, se tratava de XHTML mal construído, sem seguir os padrões da tia W3C, Havia erros no CSS, XHTML, tags que abriam e só fechavam se o usuário estivesse conectado (ou seja, visitantes estavam vendo o site com falha e eu nem sabia). O mais curioso é que aqui no “Fábrica de Idéias” utilizo o mesmo template, apenas com algumas modificações e até agora não percebi o erro, embora que assim que tiver tempo vou aplicar as correções.

Continuando o objetivo deste post, venho aqui fazer o meu trablaho de “Evangelização” dos padrões Web. Recomendo a todos os desenvolvedores de sites, blogs e templates que sigam os padrões, pois isto é importante para que seu site seja bem visto em qualquer navegador web. A W3C, entidade que criou a World Wide Web (WWW), é quem cria os padrões e podemos encontrar no site deles várias ferramentas que ajudam a realizar testes em nossos códigos. Seguindo padrões você vai estar livre daquelas piadinhas do tipo “Que programa é esse que só funciona em determinado navegador?” ou ainda “Programador meia-boca! Faz as coisas que só funcionam com um determinado aplicativo!”.

Outra coisa muito importante é a identação do código. No caso deste template, como foi desenvolvido tendo o DreamWeaver como base, o código gerado por baixo da interface gráfica estava uma droga. Muita tag misturada, sem ter nada informando onde ela abria ou fechava. Outra coisa, a parte de programação do template, que estava mal identada e fechando os códigos antes do fechamento de tags. Tenha muito cuidado quando for criar seus códigos, deixe-os bonitos, elegantes para que você mesmo não se perca mais adiante (alguns meses ou anos depois quando precisar voltar a modificar o código) e para que futuros desenvolvedores que venham a ter acesso ao seu código não comentem ou pensem “Que programador mais desorganizado!”.

Sei que ao todo foram pouco mais de 3h corrigindo as falhas do template, mas ao final do trabalho ele está compativel com XHTML e CSS da W3C. Então, valeu a pena o meu trabalho!

Já peguei e continuo pegando muito código mal formatado, mal elaborado e até mesmo falhos. Porém já vi muito código bonito, elegante, bem formatado e que me ensinaram bastante. Ainda bem que o template deste blog e do dotLinux tinha o fonte disponível, já imaginou se eu não pudesse modificar? Aí já é uma outra história que vou abordar no próximo post.

Um abraço a tod@s e bom trabalho!

Depois de três meses (parte 1), volto a falar desse polêmico assunto. Primeiro, vou falar um pouco da origem desta lei. A “Lei Seca” (Lei 11.705) é uma lei de países de primeiro mundo, é realmente “seca” e objetiva no que se propõe, porém, isso é lei de país moderno, que tem todo o procedimento correto para autuação do motorista infrator.

Não estou aqui defendendo a bebida+volante, pois isto é realmente uma mistura perigosa. Estou defendendo aqui o nosso direito como cidadão e criticando a forma como esta lei foi concebida. Deve sim existir a lei seca no trânsito, desde que esta fosse bem elaborada de acordo com a nossa realidade.

A lei diz que para que a autuação tenha validade é necessário provas. Primeiro, o teste do bafômeto, caso o motorista se negue, faz-se necessário encaminha-lo a delegacia da jurísdição onde está ocorrendo a blitz, para que esta por sua vez, faça um boletim de encaminhamento do subposto infrator para o Instituto de Medicina Legal – IML, para que seja realizado o exame de sangue. Caso o motorista se negue a fazer o exame de sangue, um médico legista, deverá ser chamado para realização do exame clínico para que seja obtida a prova de que o condutor havia realmente bebido.

De acordo com o artigo 5º de nossa constituição: “Ninguém será obrigado a fazer ou constituir prova contra si mesmo.”, portanto você tem sim o direito de se negar a realizar o teste do bafômetro, se negar a realizar o exame de sangue, já o exame clínico poderá ser feito sem o seu concentimento. Uma outra coisa: não assine a sumula, pois você estará concordando com o que a autoridade escrever.

Uma vez que você concorda em fazer o exame e/ou assina, você estará dando a justiça a prova de que você é culpado e que cometeu um crime, reduzindo ou acabando com qualquer possibilidade de defesa.

Então continuando, vou citar um caso curioso que aconteceu com um conhecido. Ele e sua esposa voltavam do shopping as 23h e resolveram parar num espetinho na beira mar. Comeram espetinho, se empolgaram conversando e ele resolveu tomar uma long-neck. Porém foi a única, continuaram a comer e foram embora sem se tocarem de que ele havia bebido e estava dirigindo. Mais na frente, a surpresa: Uma blitz do tamanho do mundo que tinha até delegacia móvel. Foram parados por um desses novos agentes de trânsito, este por sua vez foi bastante arrogante, mal deu boa noite já queria que o condutor soprasse o bafometro. Isso na minha opnião chama-se “Abuso de Autoridade”.

O condutor por sua vez se negou a realizar o teste, embora não demostrasse sinais de embriagues, apenas cansado, o agente anotou que o condutor estava com aparencia de embriaguês, sintomas de alcoolismo e se negava a realizar o exame do bafometro. Solicitou que a esposa dele fizesse o exame e disse que ela também apresentava sintomas de alcoolismo. Esta por sua vez fez o teste e mostrou que não havia bebido. O agente por sua vez notificou, apreendeu a carteira dele, eles não assinaram a autuação e foram liberados. No outro dia ele foi ao Detran e resgatou a carteira.

A autuação não vai chegar ser validada (embora a notificação tenha chegado), pois o arrogante agente errou nos procedimentos legais e administrativos para que a autuação fosse valida e fosse transformada em multa e recolhimento da carteira. Como falado anteriormente, o agente deveria ter emcanihado o motorista a delegacia, para realização do boletim de encaminhamento ao IML e por aí vai…

Sabe porque esta lei não funciona no Brasil?

1) O abusado agente com sua arrogância e vontade de mostrar poder esquece dos procedimentos;
2) Se tinha uma delegacia e não houve o encaminhamento, o sistema já mostra suas falhas;
3) Se fosse encaminhado, no tempo de realização do boletim (que só pode ser feito por um delegado), viagem até o IML, chegada do médico legista etc, o alcool já teria ido embora. Sim digo isso porque se não houver delegacia na blitz, deverá ser encaminhado para delegacia da jurisdição. Nesta o delegado plantonista nunca está presente, sempre está um cabo ou soldado e o delegado está em algum lugar com o celular ligado para casos de urgência/emergência. Já no IML, o dificil é encontrar um médico plantonista a noite…
4) As leis brasileiras parecem que foram feitas para serem quebradas. Uma lei dá brecha a anulação de outra lei que pode se escorar em outra e assim funciona o sistema.

Resumindo, o cidadão por sorte (dos erros do agente) não vai perder a carteira e um bom advogado está cuidando deste caso. Caso este que segundo o advogado, passa por cinco instâncias até ser solucionado o que pode levar de oito meses à dois anos e meio. Mas como não foram realizados os procedimentos administrativos, ele acredita que este caso não passa da segunda instância, pois não há prova nenhuma.

Portanto, muito cuidado e pensem bastante antes de beber e dirigir. Uma simples latinha e você se torna um perigo contra a nossa sociedade.

Após quase quatro meses, estou de volta a este polêmico assunto e vos digo que em nada melhorou o nosso trânsito. Apenas agora no final de dezembro e neste maravilhoso mês de janeiro onde todos estão de férias, o trânsito esteve calmo. Esse longo período para voltar a escrever sobre este assunto foi bom (apesar de longo), mas foi onde refleti bastante sobre o tema, pois conheci outras cidades e viajei um bocado.

Bom inicialmente eu acreditava que a solução seria motocicleta, mas não é bem assim. Nos últimos três meses viajei bastante para Caruaru. Morei lá há cinco anos atrás e na época já havia bastante moto, mas era algo “equilibrado”. Hoje vaga para estacionar o carro no centro, praticamente não existe. As ruas da cidade estão tomadas pelas motocicletas. Em uma das minhas andanças por lá, vi duas motocicletas se acidentando porque um tocou o outro. Pensam que foi só dessa vez? Já vi mais dois…

Se eu detestava o trânsito do Recife, passei a “aceita-lo”. Em Caruaru os carros fazem sempre fila dupla, as pessoas passando na rua param para conversar com os “conhecidos” que estão a passar por lá também. Imagina isso aqui em Recife?!

Voltando a cidade do Recife, havia comentando certa vez existiam várias maneiras de desafogar o trânsito. Minha primeira idéia era um corredor de ônibus suspenso sobre o canal da Agamenon, assim desafogaria o tráfego de veículos particulares. Semana passada li no JC, que a PCR estava estudando uma proposta destas, e que já havia uma empresa de Curitiba fazendo o projeto, observando os detalhes para evitar a catastrofe ocorrida da av. Conde da Boa Vista.

Este seria o primeiro passo, investimento no transporte coletivo e eficiente. Evitar o que aconteceu na Boa Vista e tentar reestrutura aquela bagunça onde nem de moto dá para realizar ultrapassagens. O METROREC, é uma verdadeira vergonha. Até onde sei opera no vermelho e não há investimentos. Se tivessemos um sistema metroviário eficiente e seguro feito na cidade de São Paulo, não teriamos tanta necessidade de andar de carro. Vale a ressalva de que aqui não temos Metrô, mas sim Trem. Imaginem se tivessemos Metrô por toda a RMR? Seria uma mão na roda.

Para completar agora voltando ao trânsito de veículos particulares e motocicletas, realmente precisamos aprender bastante. Temos condutores muito mal acostumados e mal educados ao volante. Sinal vermelho e ninguém dá a vez para que você saia do prédio ou estacionamento onde estiver, todos sempre apressados.

Então para finalizar, vou expor logo as minhas conclusões:

1) Ciclistas: Foi a maior confusão no primeiro post porque algumas pessoas entenderam que eu “generalisei” a questão dos ciclistas irresponsáveis no trânsito, mas não foi isso. Só acho que as pessoas que precisam e utilizam a bicicleta como meio de transporte para o seu dia a dia, devem ser mais responsáveis e obedecerem as regras de trânsito, pois segundo o código nacional de trânsito uma bicicleta é um veículo de propulsão humama, logo deve respeitar as leis.

2) Motociclistas: Sim é um excelente meio de transporte hoje em dia, embora bastante arriscado. Se queremos ser respeitados no trânsito, devemos primeiro respeita-lo. Mas é claro que também precisamos que os outros condutores também nos respeite.

3) Motoristas de ônibus e caminhões: Esses são de lua. Só Deus sabe quando eles estão pacientes ou educados. Precisam de uma bela aula e um bom trabalho de conscientização de leis de trânsito para que respeitem. Geralmente por estarem em veículos maiores andam sem sinalizar para onde vão, colocam por cima de carros e motos e não estão nem aí. Mas isso não se aplica a todos, toda regra tem sua excessão.

4) Transporte coletivo eficiente: Segurança nos ônibus e metro, veículos devidamente climatizados e limpos, seriam um bom começo, além é claro de um itinerário eficiente para transporte de passageiros. Hoje temos vários ônibus velhos, trens ultrapassados e desgastados e não climatizados. Claro que algumas linhas tem climatização e ônibus novo, mas depende da localidade.

5) Conscientização geral: Nossa querida fábrica de multas, denominada DETRAN, deveria gastar menos em publicidade propriamente dita e gastar mais em campanhas duradouras de conscientização.

Por fim, fico por aqui, pois não estou muito inspirado hoje.

Depois da famosa lei seca, meus fins de semana jamais foram os mesmos. Eu que tinha o hábito de dar uma saída, tomar uns chopps e jogar conversa fora, agora penso 10x antes de sair de casa. O fato é que a lei foi bastante rigorosa, mas será que havia necessidade de tal coisa? Sempre saí, tomei minha cerveja na paz, e cheguei em casa sem “stress“. Tudo bem, não é o melhor exemplo a se dar, mas o fato é que a Lei seca reduziu até o presente momento muito pouco os acidentes, sem contar que nem sempre o fato de estar dirigindo sobre o efeito de bebida é o motivo do acidente, vamos a um exemplo bem simples ocorrido recentemente aqui em Recife.

Um jovem de 21 anos ganhou uma Frontier do pai, foi com os amigos para a farra, na volta em um cruzamento cujo sinal estava aberto, um carro (Palio) avançou o sinal vermelho (carro dirigido por uma pessoa que não havia bebido e que não possuía carteira nacional de habilitação [ cnh ]) e deu-se a merda.

Resultado do acidente: Uma vítima fatal (ocupante do Palio), o jovem que dirigia a pick up passou uma semana preso porque estava dirigindo alcoolizado e seria o suspeito de causar o acidente; salve-salve as cameras de segurança que provaram o contrário. O fato é que segundo a perícia mesmo que não houvesse bebido o acidente seria inevitável naquela situação.

Lei seca reduz violência?

Lei seca reduz violência?

Aí encontramos o “X” da questão: Imprudência. Essa questão sim, é a grande causadora de acidentes. Toda semana passo dois dias trabalhando em Caruaru sempre vou e volto no meu carro e várias vezes lá estou eu viajando a 140 km/h fazendo a ultrapassagem de um caminhão por exemplo quando olho no retrovisor está um carro cortando luz pedindo para que eu saia da frente, então penso: “Nossa, estou a 140 km/h, bem acima do limite da rodovia e estou atrapalhando alguém?!”

Tudo bem, a estabilidade dos veículos de hoje é fantástica, 140 km/h em meu Clio parece que estava a 80 km/h no meu antigo carro, um Corsa. Gosto de correr, mas sei o limite, normalmente viajo a uma velocidade média de 100~110 km/h porém nas retas, gostamos de testar nossos carros não é verdade? ;-) (“Crianças não façam isso em casa”).

Falando agora de um modo geral, o trânsito em nossa região (Nordeste), parece ser bastante tranquilo, podemos ver isso nos números que geralmente saem após as épocas festivas. Sempre há aumento no número de acidente nas regiões, sul, sudeste e centro-oeste. E todos causados por imprudência.

E voltando ao assunto da lei seca, eu a renomearia para lei da tristeza. Sábado a noite foi para o baile de formatura de minha namorada e não bebi, pois não tinha um “amigo da vez” para dirigir meu carro. Então fiquei na água mineral e no refrigerante. Várias pessoas da mesa também não beberam pelo mesmo motivo e o fato é que foi detestável as 3:30 da madrugada no bom da festa sentir sono e não estar na mesma empolgação da formanda e ainda seco p/tomar uma cerveja gelada p/matar o calor. Sem falar de ter que aguentar o bando de bebados dentro do meu carro depois da festa.

Bom resumindo, para evitar confusão tenho feito o meu papel de “Cordeirinho” de uma lei a qual a “democracia em que vivemos aprovou”, e que até o presente momento em minha vida só tem causado tédio nos fins de semana.

Conclusão bem-humorada:

Quem não bebe vive menos:

1) Menos festeiro;
2) Menos alegre;
3) Menos feliz;
4) Menos paciente;
5) Menos jovem;
6) Menos humorado;

Os táxistas é quem mais estão lucrando com essa história.

Conclusão real: Se for beber não dirija, pois se tiver a “sorte” de ser parado em blitz poderá perder a carteira, pagará multa e em caso extremo de se envolver em acidente de trânsito, poderá ir preso até que se prove o contrário.

PS: Neste fim de ano a aplicação da lei estará mais rigorosa, portanto tomem mais cuidado ao sairem.

Abraços e boas festas

Então é Natal…

Todos os anos, (há 2008 anos pelo menos), a nossa civilização comemora o Natal. Mas afinal, o que é o Natal? Lembro dos tempos de criança, onde o Natal para mim tinha mais sentido, contava os dias do ano para a chegada do tal Natal. Eu sabia que nesta data comemoravamos o nascimento do Cristo, e nesta data também, o bom velhinho vulgarmente chamado de “Papai Noel” passava em todas as casas do planeta deixando milhares de presentes para as criancinhas que foram “bem comportadas e tiraram boas notas durante o ano”.

Bom enquanto criança eu pensava: “Nossa, como o ‘Papai Noel’ sabe todos os endereços e tem acesso a todos os boletins escolares do planeta? Mas e as criancinhas pobres que moram na rua, por quê elas não recebem presentes? Será que foram más durante o ano?!”

Então, os anos foram se passando e o Natal foi se tornando algo muito pessoal para mim e muito família, lógicamente, porque eu havia atingido a maturidade, mas será que foi só por isso? Domingo passado fui a missa e ouvi o bispo falando sobre o Natal, aquilo foi simplesmente fantástico para mim. Nunca havia ouvido uma autoridade religiosa falar daquela maneira.

Presépio

Presépio

Vou abreviar o que o bispo falou:

“O que é o Natal no mundo de hoje? São aqueles preços baixos e promoções que aparecem na TV para que possamos presentear nossos amigos, parentes e filhos? E as crianças de hoje, sabem realmente o significado do Natal? Outro dia fui convidado para uma ceia na casa de um casal de amigos, chegando lá me deparei com uma bela decoração, cheia de ‘Papais Noel’, luzes e árvores de natal e tudo mais que se utiliza em decoração natalina. Então alguém da família me perguntou:

- Então Sr Bispo, o que achou de nossa decoração?

Simplesmente respondi:

- Está horrível! Papai Noel é uma invenção do Diabo! Vocês não deveriam iludir as crianças dizendo que o Natal é a época em que Papai Noel distribui presentes no mundo inteiro. Suas crianças sabem o verdadeiro sentido do Natal? Já falaram para elas que nele comemoramos o nascimento do Nosso senhor Jesus Cristo, o Nosso Salvador?

Simplesmente todos na casa ficaram de queixo caído.”

Bom, isso foi o de menos que ouvi por lá, mas me fez pensar bastante. Todos os anos desde que nasci até hoje, ninguém nunca chegava para falar sobre religião no Natal, claro que havia a oração antes da ceia, mas depois era só comes e bebes e muita bebedeira, ou seja, o Natal deixou de ser uma comemoração e passou a ser uma simples “Tradição comemorada em família”. Claro que não vamos generalizar, mas estou falando de algo que realmente acontece. Quando eu era mais jovem lembro que as decorações começavam a ser colocadas nas lojas no mês de dezembro ou um pouco antes no final de novembro. Hoje temos lojas que no final de outubro já estão com o clima natalino por todos os lados (não o clima do Natal em si, mas de forma a chamar a atenção dos consumidores claro).

Esta data andava um pouco meio sem sentido para mim, achava algo muito pessoal e “chato”, pois todo ano todo mundo comemorava do mesmo jeito, mas esse ano pelo menos ganhou um sentido diferente. Pretendo fazer um Natal bem melhor e bastante diferente em 2009. Há sim e sem o “Papai Noel” é claro! =P (Aproveitando aqui para tascar um pouco mais de pimenta, quando meu irmão estava com uns 3 anos ensinei a ele que o “Papai Noel” era veado e corno [ ehehhehehehe ], pois andava com um monte de “bambis” puxando o trenó e só trabalhava com um bando de anõezinhos. Minha mãe ficava irada comigo, mas fazer o que né?! =P)

Fica aqui os meus votos de Feliz Natal no bom e verdadeiro sentido da Festa, e de Boas Festas e um Feliz e Excelente 2009 a todos(as)!

PS: Não concordo em 100% com a opnião radical do bispo! Rsssss ;-)

Primeiramente vou começar explicando a origem do termo “freelancer” segundo a Wikipedia:

“Freelancer é o termo inglês para denominar o profissional autônomo, que se auto-emprega em diferentes empresas ou, ainda, guia seus trabalhos por projetos, captando e atendendo seus clientes de forma independente. É uma tendência muito em voga no mercado de jornalismo, design, propaganda, web, tecnologia da informação, música e muitos outros.”

Resumindo, freelancer é um profissional autônomo que presta serviços para uma ou várias empresas. Existe um outro termo muito comum aqui no Brasil, o chamdo “Freela” (leia Frila), que é o famoso trabalho freelancer, aquele que apareceu para ser feito quando você menos esperava e gerou uma “graninha” extra. Neste meio existem vantagens e desvantagens.

Vou enumerar primeiramente algumas “desvantagens”:

  • Nâo tem garantias financeiras;
  • Aposentadoria: se não fizer um plano de aposentadoria privada ou se não trabalhar emitindo notas, nem pensar;
  • Tanto faz estar empregado hoje como não ter nada amanhã;
  • Tanto faz ganhar muito dinheiro hoje, quanto passar alguns meses sem ganhar;
  • Não tem férias;
  • Não tem 13º salário*;
  • Se tirar uma folga, pode ser que quando voltar tenha outro em seu lugar;
  • Os tomadores do serviço “geralmente” o vêem como um cara que está sempre disponível independente de dia e hora;
  • Não tem direitos trabalhistas;

Agora vou falar algumas “vantagens”:

  • Não tem problemas com cartão de ponto;
  • Você faz o seu horário;
  • Você faz o seu salário;
  • Pode criar um bom networking profissional e pessoal;
  • Pode esporadicamente dar uma “fugidinha” durante o horário comercial;
  • Pode trabalhar com vários “produtos” simultâneamente (enriquecendo assim o seu conhecimento);
  • Pode trabalhar a qualquer hora de qualquer lugar;
  • Nem sempre precisa estar presente no cliente, podendo fazer o trabalho remotamente;
  • Possibilidade de obter lucros bem maiores do que sendo empregado;

Você pode escolher onde quer trabalhar.

Você pode escolher onde quer trabalhar.

Já fui prestador de serviço, depois fui empregado e hoje novamente sou profissional autônomo. Posso dizer que eu sou o meu chefe. Mas honestamente, nem sempre isso é verdade. Geralmente seu cliente é o seu chefe. Aliás, não é um chefe e sim um cliente, pois ele está te pagando para que você faça o seu trabalho de forma a render bons frutos para o contratante.

Ser freelancer não é fácil. Exige paciência, requer bom conhecimento em várias áreas, requer saber trabalhar em grupo,  ter facilidade de se expressar e se comunicar, além de que requer muita disciplina para não acabar ficando obsoleto ou até mesmo preguiçoso. Sim preguiçoso, essa é a parte que você tem que ter mais cuidado quando está fazendo um freela. Nunca podemos pensar: “Ah, isso é coisa boba, eu faço rapidinho, vou deixar para depois…”, já dizia o ditado (se não me falha a memória é do Santo Expedito): “Nunca deixe para amanhã o que pode ser feito hoje”. Pois podemos ir empurrando com a barriga, mas sempre tem alguém precisando dessa “coisinha boba”.

Um outro fator importante é: “Trabalho bem feito é trabalho sempre recomendado e reconhecido”. Escutei esta frase de um cliente que era gerente de tecnologia de uma empresa para a qual presto serviços e foi assumir a gerencia de outra empresa. Alguns meses depois recebi a ligação dele me convidando para fazer negócios com a nova empresa. É importante assumir responsabilidade e compromisso com o contratante de forma a mostrar o seu profissionalismo.

Ter um bom networking e estar sempre mostrando seu trabalho para sua rede de relacionamentos pessoais e profissionais, pois sempre há uma boa indicação. Posso dizer que sou uma pessoa de sorte, pois graças a nosso bom Deus, nunca me faltou trabalho. Estou sempre sendo indicado por amigos e empresas para realização de trabalho nas áreas de servidores e desenvolvimento web. Apenas tome cuidado para não parecer que está querendo “aparecer de mais”, pois tudo em excesso pode ser prejudicial.

Bom, vou parando por aqui nas próximas semanas estarei retomando esse assunto fazendo a “Parte 2″ do artigo.