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Depois de três meses (parte 1), volto a falar desse polêmico assunto. Primeiro, vou falar um pouco da origem desta lei. A “Lei Seca” (Lei 11.705) é uma lei de países de primeiro mundo, é realmente “seca” e objetiva no que se propõe, porém, isso é lei de país moderno, que tem todo o procedimento correto para autuação do motorista infrator.

Não estou aqui defendendo a bebida+volante, pois isto é realmente uma mistura perigosa. Estou defendendo aqui o nosso direito como cidadão e criticando a forma como esta lei foi concebida. Deve sim existir a lei seca no trânsito, desde que esta fosse bem elaborada de acordo com a nossa realidade.

A lei diz que para que a autuação tenha validade é necessário provas. Primeiro, o teste do bafômeto, caso o motorista se negue, faz-se necessário encaminha-lo a delegacia da jurísdição onde está ocorrendo a blitz, para que esta por sua vez, faça um boletim de encaminhamento do subposto infrator para o Instituto de Medicina Legal – IML, para que seja realizado o exame de sangue. Caso o motorista se negue a fazer o exame de sangue, um médico legista, deverá ser chamado para realização do exame clínico para que seja obtida a prova de que o condutor havia realmente bebido.

De acordo com o artigo 5º de nossa constituição: “Ninguém será obrigado a fazer ou constituir prova contra si mesmo.”, portanto você tem sim o direito de se negar a realizar o teste do bafômetro, se negar a realizar o exame de sangue, já o exame clínico poderá ser feito sem o seu concentimento. Uma outra coisa: não assine a sumula, pois você estará concordando com o que a autoridade escrever.

Uma vez que você concorda em fazer o exame e/ou assina, você estará dando a justiça a prova de que você é culpado e que cometeu um crime, reduzindo ou acabando com qualquer possibilidade de defesa.

Então continuando, vou citar um caso curioso que aconteceu com um conhecido. Ele e sua esposa voltavam do shopping as 23h e resolveram parar num espetinho na beira mar. Comeram espetinho, se empolgaram conversando e ele resolveu tomar uma long-neck. Porém foi a única, continuaram a comer e foram embora sem se tocarem de que ele havia bebido e estava dirigindo. Mais na frente, a surpresa: Uma blitz do tamanho do mundo que tinha até delegacia móvel. Foram parados por um desses novos agentes de trânsito, este por sua vez foi bastante arrogante, mal deu boa noite já queria que o condutor soprasse o bafometro. Isso na minha opnião chama-se “Abuso de Autoridade”.

O condutor por sua vez se negou a realizar o teste, embora não demostrasse sinais de embriagues, apenas cansado, o agente anotou que o condutor estava com aparencia de embriaguês, sintomas de alcoolismo e se negava a realizar o exame do bafometro. Solicitou que a esposa dele fizesse o exame e disse que ela também apresentava sintomas de alcoolismo. Esta por sua vez fez o teste e mostrou que não havia bebido. O agente por sua vez notificou, apreendeu a carteira dele, eles não assinaram a autuação e foram liberados. No outro dia ele foi ao Detran e resgatou a carteira.

A autuação não vai chegar ser validada (embora a notificação tenha chegado), pois o arrogante agente errou nos procedimentos legais e administrativos para que a autuação fosse valida e fosse transformada em multa e recolhimento da carteira. Como falado anteriormente, o agente deveria ter emcanihado o motorista a delegacia, para realização do boletim de encaminhamento ao IML e por aí vai…

Sabe porque esta lei não funciona no Brasil?

1) O abusado agente com sua arrogância e vontade de mostrar poder esquece dos procedimentos;
2) Se tinha uma delegacia e não houve o encaminhamento, o sistema já mostra suas falhas;
3) Se fosse encaminhado, no tempo de realização do boletim (que só pode ser feito por um delegado), viagem até o IML, chegada do médico legista etc, o alcool já teria ido embora. Sim digo isso porque se não houver delegacia na blitz, deverá ser encaminhado para delegacia da jurisdição. Nesta o delegado plantonista nunca está presente, sempre está um cabo ou soldado e o delegado está em algum lugar com o celular ligado para casos de urgência/emergência. Já no IML, o dificil é encontrar um médico plantonista a noite…
4) As leis brasileiras parecem que foram feitas para serem quebradas. Uma lei dá brecha a anulação de outra lei que pode se escorar em outra e assim funciona o sistema.

Resumindo, o cidadão por sorte (dos erros do agente) não vai perder a carteira e um bom advogado está cuidando deste caso. Caso este que segundo o advogado, passa por cinco instâncias até ser solucionado o que pode levar de oito meses à dois anos e meio. Mas como não foram realizados os procedimentos administrativos, ele acredita que este caso não passa da segunda instância, pois não há prova nenhuma.

Portanto, muito cuidado e pensem bastante antes de beber e dirigir. Uma simples latinha e você se torna um perigo contra a nossa sociedade.

Quantas pessoas não são mandadas para este lugar durante o dia? Pois é, acho que nós mesmos mandamos sem saber para onde estavamos mandando. Pois não é que esse exótico lugar existe? E o melhor de tudo, você poderá ir de bicicleta, moto, ônibus ou de carro, como queira…

Reza a lenda que…

Puta que pariu

Puta que pariu

“Fica na cidade de Bela Vista de Minas, CEP 35938-000. Pertinho de Joao Monlevade, Minas Gerais. Bela Vista, uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais, claro no Brasil, e uma grande surpresa. Um dos bairros tem o nome de Puta que Pariu! Acredite se quiser! O município de Bela Vista de Minas foi criado pela Lei nº 2764, de 30 de dezembro de 1962, desmembrando do município de Nova Era (New Era City), declarando naquele momento, às margens do Corrego do Onça a Independência de Bela Vista de Minas. A cidade é divida em 7 bairros, Bela Vista de Cima, Lages, Serrinha, Córrego Fundo, Favela, Puta que pariu (que lugar é esse?), e Boca das Cobras (A Europa de Bela Vista).”

Então já imaginou? Agora você pode mandar seu chefe para a “Puta que pariu”, ou então em uma entrevista com algum famoso ele dizer “Minha próxima aparição pública será na PQP!”.

Localização via Google Maps.

Fonte: E-mail que recebi de meu amigo Malthus.

Após quase quatro meses, estou de volta a este polêmico assunto e vos digo que em nada melhorou o nosso trânsito. Apenas agora no final de dezembro e neste maravilhoso mês de janeiro onde todos estão de férias, o trânsito esteve calmo. Esse longo período para voltar a escrever sobre este assunto foi bom (apesar de longo), mas foi onde refleti bastante sobre o tema, pois conheci outras cidades e viajei um bocado.

Bom inicialmente eu acreditava que a solução seria motocicleta, mas não é bem assim. Nos últimos três meses viajei bastante para Caruaru. Morei lá há cinco anos atrás e na época já havia bastante moto, mas era algo “equilibrado”. Hoje vaga para estacionar o carro no centro, praticamente não existe. As ruas da cidade estão tomadas pelas motocicletas. Em uma das minhas andanças por lá, vi duas motocicletas se acidentando porque um tocou o outro. Pensam que foi só dessa vez? Já vi mais dois…

Se eu detestava o trânsito do Recife, passei a “aceita-lo”. Em Caruaru os carros fazem sempre fila dupla, as pessoas passando na rua param para conversar com os “conhecidos” que estão a passar por lá também. Imagina isso aqui em Recife?!

Voltando a cidade do Recife, havia comentando certa vez existiam várias maneiras de desafogar o trânsito. Minha primeira idéia era um corredor de ônibus suspenso sobre o canal da Agamenon, assim desafogaria o tráfego de veículos particulares. Semana passada li no JC, que a PCR estava estudando uma proposta destas, e que já havia uma empresa de Curitiba fazendo o projeto, observando os detalhes para evitar a catastrofe ocorrida da av. Conde da Boa Vista.

Este seria o primeiro passo, investimento no transporte coletivo e eficiente. Evitar o que aconteceu na Boa Vista e tentar reestrutura aquela bagunça onde nem de moto dá para realizar ultrapassagens. O METROREC, é uma verdadeira vergonha. Até onde sei opera no vermelho e não há investimentos. Se tivessemos um sistema metroviário eficiente e seguro feito na cidade de São Paulo, não teriamos tanta necessidade de andar de carro. Vale a ressalva de que aqui não temos Metrô, mas sim Trem. Imaginem se tivessemos Metrô por toda a RMR? Seria uma mão na roda.

Para completar agora voltando ao trânsito de veículos particulares e motocicletas, realmente precisamos aprender bastante. Temos condutores muito mal acostumados e mal educados ao volante. Sinal vermelho e ninguém dá a vez para que você saia do prédio ou estacionamento onde estiver, todos sempre apressados.

Então para finalizar, vou expor logo as minhas conclusões:

1) Ciclistas: Foi a maior confusão no primeiro post porque algumas pessoas entenderam que eu “generalisei” a questão dos ciclistas irresponsáveis no trânsito, mas não foi isso. Só acho que as pessoas que precisam e utilizam a bicicleta como meio de transporte para o seu dia a dia, devem ser mais responsáveis e obedecerem as regras de trânsito, pois segundo o código nacional de trânsito uma bicicleta é um veículo de propulsão humama, logo deve respeitar as leis.

2) Motociclistas: Sim é um excelente meio de transporte hoje em dia, embora bastante arriscado. Se queremos ser respeitados no trânsito, devemos primeiro respeita-lo. Mas é claro que também precisamos que os outros condutores também nos respeite.

3) Motoristas de ônibus e caminhões: Esses são de lua. Só Deus sabe quando eles estão pacientes ou educados. Precisam de uma bela aula e um bom trabalho de conscientização de leis de trânsito para que respeitem. Geralmente por estarem em veículos maiores andam sem sinalizar para onde vão, colocam por cima de carros e motos e não estão nem aí. Mas isso não se aplica a todos, toda regra tem sua excessão.

4) Transporte coletivo eficiente: Segurança nos ônibus e metro, veículos devidamente climatizados e limpos, seriam um bom começo, além é claro de um itinerário eficiente para transporte de passageiros. Hoje temos vários ônibus velhos, trens ultrapassados e desgastados e não climatizados. Claro que algumas linhas tem climatização e ônibus novo, mas depende da localidade.

5) Conscientização geral: Nossa querida fábrica de multas, denominada DETRAN, deveria gastar menos em publicidade propriamente dita e gastar mais em campanhas duradouras de conscientização.

Por fim, fico por aqui, pois não estou muito inspirado hoje.

Depois da famosa lei seca, meus fins de semana jamais foram os mesmos. Eu que tinha o hábito de dar uma saída, tomar uns chopps e jogar conversa fora, agora penso 10x antes de sair de casa. O fato é que a lei foi bastante rigorosa, mas será que havia necessidade de tal coisa? Sempre saí, tomei minha cerveja na paz, e cheguei em casa sem “stress“. Tudo bem, não é o melhor exemplo a se dar, mas o fato é que a Lei seca reduziu até o presente momento muito pouco os acidentes, sem contar que nem sempre o fato de estar dirigindo sobre o efeito de bebida é o motivo do acidente, vamos a um exemplo bem simples ocorrido recentemente aqui em Recife.

Um jovem de 21 anos ganhou uma Frontier do pai, foi com os amigos para a farra, na volta em um cruzamento cujo sinal estava aberto, um carro (Palio) avançou o sinal vermelho (carro dirigido por uma pessoa que não havia bebido e que não possuía carteira nacional de habilitação [ cnh ]) e deu-se a merda.

Resultado do acidente: Uma vítima fatal (ocupante do Palio), o jovem que dirigia a pick up passou uma semana preso porque estava dirigindo alcoolizado e seria o suspeito de causar o acidente; salve-salve as cameras de segurança que provaram o contrário. O fato é que segundo a perícia mesmo que não houvesse bebido o acidente seria inevitável naquela situação.

Lei seca reduz violência?

Lei seca reduz violência?

Aí encontramos o “X” da questão: Imprudência. Essa questão sim, é a grande causadora de acidentes. Toda semana passo dois dias trabalhando em Caruaru sempre vou e volto no meu carro e várias vezes lá estou eu viajando a 140 km/h fazendo a ultrapassagem de um caminhão por exemplo quando olho no retrovisor está um carro cortando luz pedindo para que eu saia da frente, então penso: “Nossa, estou a 140 km/h, bem acima do limite da rodovia e estou atrapalhando alguém?!”

Tudo bem, a estabilidade dos veículos de hoje é fantástica, 140 km/h em meu Clio parece que estava a 80 km/h no meu antigo carro, um Corsa. Gosto de correr, mas sei o limite, normalmente viajo a uma velocidade média de 100~110 km/h porém nas retas, gostamos de testar nossos carros não é verdade? ;-) (“Crianças não façam isso em casa”).

Falando agora de um modo geral, o trânsito em nossa região (Nordeste), parece ser bastante tranquilo, podemos ver isso nos números que geralmente saem após as épocas festivas. Sempre há aumento no número de acidente nas regiões, sul, sudeste e centro-oeste. E todos causados por imprudência.

E voltando ao assunto da lei seca, eu a renomearia para lei da tristeza. Sábado a noite foi para o baile de formatura de minha namorada e não bebi, pois não tinha um “amigo da vez” para dirigir meu carro. Então fiquei na água mineral e no refrigerante. Várias pessoas da mesa também não beberam pelo mesmo motivo e o fato é que foi detestável as 3:30 da madrugada no bom da festa sentir sono e não estar na mesma empolgação da formanda e ainda seco p/tomar uma cerveja gelada p/matar o calor. Sem falar de ter que aguentar o bando de bebados dentro do meu carro depois da festa.

Bom resumindo, para evitar confusão tenho feito o meu papel de “Cordeirinho” de uma lei a qual a “democracia em que vivemos aprovou”, e que até o presente momento em minha vida só tem causado tédio nos fins de semana.

Conclusão bem-humorada:

Quem não bebe vive menos:

1) Menos festeiro;
2) Menos alegre;
3) Menos feliz;
4) Menos paciente;
5) Menos jovem;
6) Menos humorado;

Os táxistas é quem mais estão lucrando com essa história.

Conclusão real: Se for beber não dirija, pois se tiver a “sorte” de ser parado em blitz poderá perder a carteira, pagará multa e em caso extremo de se envolver em acidente de trânsito, poderá ir preso até que se prove o contrário.

PS: Neste fim de ano a aplicação da lei estará mais rigorosa, portanto tomem mais cuidado ao sairem.

Abraços e boas festas

O trânsito é sempre um grande problema em cidade grade. Em Recife não é nada diferente. A cada dia que se passa o trânsito está cada vez mais caótico e mais veículos são “injetados” em nossas ruas. Há quem diga que um dia vamos todos sair de casa e não conseguiremos andar com nossos carros. Hoje vou contar algunas experiências e coisas que aprendi no trânsito.

Andando de carro…

Gasolina não anda nada barato e por sinal nunca mais baixou de preço (pelo menos não subiu mais). R$ 2,59 é a média de preço por litro em Recife. Meu gasto mensal com combustível variava entre R$ 400,00 e R$ 450,00 por mês. Isso porquê rodo diáriamente cerca de 60km entre os trajetos de casa e trabalho (ida e volta, sem contar com os dias atípicos onde tenho que fazer outros trajetos) e ainda existem os engarrafamentos que consomem bastante combustível.

Trânsito parado, hora passando, sinais e sinais de trânsito abrindo e fechando e você andando tão devagar quanto uma tartaruga. Claro que isso vai depender do horário também. O fato é que andar de carro começou se tornar um problema para mim. De manhã trabalho em uma cidade e a tarde em outra. No horário de almoço então quase sempre tinha que “engolir a comida” para chegar a tempo; outra grande barreira são as péssimas condições de nossas vias de trânsito. Troquei de carro há cerca de 1 ano e 6 meses, a suspensão do carro estava nova, sem um barulho, hoje está a maior batedeira, o último orçamento que fiz estava em R$ 1.200,00 para consertar, em suma o carro começou a custar caro para meu dia-a-dia e ainda estava me fazendo perder tempo.

Nada contra carros, muito pelo contrário, como todo bom brasileiro, eu amo meu carro e nada se compara ao conforto de andar no carro, com os vidros fechados e o ar-condicionado ligado, mas eu precisava resolver meu problema de custo/benefício. Ai decidi comprar uma motocicleta.

A Moto…

Comprei uma Honda Biz 125 KS, faz 45Km/L. A moto é bem simples de utilizar e pilotar. Começou fazer diferença logo na primeira semana. Enquanto para encher o tanque do Renault Clio custava em média R$ 120,00, o da Biz custa R$ 10,00 (quando vazio!), como podem ver a economia é grande, se eu passar o mês inteiro só rodando na moto gasto R$ 50,00 de combustível no máximo. No horário de almoço onde eu levava em média 45min p/chegar em casa, de moto levo pouco mais de 15min. Isso ocorre devido o famoso corredor que fica entre os carros (e pensar que eu odiava os motoqueiros me cortando no trânsito, hoje eu entendo o motivo). Enquanto os carros estão parados ou trânsitando a baixa velocidade em fila indiana, na moto saio cortando todos eles (com responsabilidade claro) e sempre ganho vários minutos.

Mas nem tudo são flores… diáriamente vários sustos podem ocorrer. O meu primeiro grande susto foi numa fila de carros parados, minha mão enganchou no acelerador da moto (a biz não tem embreagem), subi uma cançada e bati de lado em um muro (meu corpo bateu mas a moto não). Sorte minha que não haviam pedestres na calçada. O segundo grande susto foi na Av. Eng. Domingos Ferreira, quando um motorista desatencioso apressado avançou um sinal que eu passara no amarelo e bateu no pneu traseiro de minha moto me impulsionando para frente, sorte minha que na hora “aquela voz” no ouvido falou: “Acelera senão tu cai”. Dito e feito acelerei e não perdi o equilibrio e p/finalizar a parte dos sustos, o terceiro e último ocorrido em 10 meses de moto foi em Olinda, quando um ônibus trancou um carro e esse no impulso de se livrar do ônibus jogou o veículo para a esquerda sem olhar o retrovisor, eu estava na moto do lado do carro desviei mas ainda bati com o pneu dianteiro em um cavalete da delegacia, porém não caí, foi só o grande susto mesmo (graças a Deus). Sem falar dos outros sustos menores como carros que resolvem mudar de faixa sem olhar retrovisor, ciclistas na contra-mão quando você menos esperam ou ainda ciclistas que acham que podem passar em qualquer buraco (ciclista em trânsito é em geral muito irresponsável).

Bom para não extender muito, hoje pela manhã quando fui deixar Carol no trabalho, fui observando a quantidade de motos, e vi que o número aumentou bastante do começo do ano para cá. Então pensei:

“Motocicletas estão se tornando cada vez mais comum no trânsito do grande Recife. Acho que as pessoas estão observando que está se tornando mais prático e rápido andar de moto. Sem falar que as motos poluem menos que os carros.”

Com isso finalizo aqui esta primeira parte do meu pensamento ainda não com opnião formada e fechada sobre o assunto, mas acredito que uma das soluções para o trânsito é a utilização de motocicletas, mas claro que com responsabilidade. No próximo post falarei sobre segurança na pilotagem de motos e as vias de trânsito e o que poderia ser feito para melhoria delas.