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Estou de volta!

Bom, depois de alguns meses sem postar aqui no blog, estou retornando. A primeira mudança foi a do nome do blog, “Vida Geek” é mais a minha cara, minha idéia com o “Fábrica de idéias” era fazer daqui uma fonte de idéias, mas minha mente inquieta e minha correria diária impediram isso de acontecer.

Últimamente tenho utilizado mais o Twitter (@wagnerpaxs), é mais prático do que blogar, porém não tem o mesmo efeito terapêutico que o blogar. Portanto vou tentar recomeçar a postar.

Tem muitas novidades, criei um twitter, retornei a faculdade ano passado, já vou começar o segundo período na próxima segunda-feira, entrei para o mundo BlackBerry (Uau!), entrei para o mundo do aquarismo e quase não tenho andado de moto (tou ficando preguiçoso…). Ah sim, já ia esquecendo: Estou 2kg mais magro!

A sim, finalmente troquei a aliança com a @carolinesda (Clap! Clap! Clap! Clap! Clap!). Foi no natal, resolvi fazer uma surpresa para ela e que acabou surpreendendo todo mundo que estava presente. ;-) (@carolinesda, cadê as fotos?!)

Bem, vou continuar postando piadas, inutilidades, utilidades, idéias e tudo mais que vier a minha caixa de e-mail e na cabeça e que eu também tenha paciência para tal.

Um abraço a todos e ótima sexta-feira!

Fim de semana chegando…

Bom faz muito tempo que não posto nada aqui, mas realmente estou com um sério problema de horários. Estou com muitas pendencias acumuladas de trabalho, faculdade e vida pessoal. Para quem ainda não sabe, retomei os estudos, agora fora da área de T.I. em uma aventura a qual estou me identificando bastante: Gestão de Negócios. O curso é bem objetivo, dura apenas dois anos e é bastante corrido (e como é…). Estou me identificando bastante, aprendendo muito sobre mercado, produtos e visão empreendedora, sem falar da parte de marketing.

Um outro ponto positivo, é que estou fazendo novos contatos e amigos, que não são da área de T.I. porém que já tem grande experiência em outros mercados. Os professores também tem um tratamento diferenciado com o aluno, exigem muito mais do que em outros cursos, devido a grande dinâmica que o curso exige.

Segunda-feira, já começam minhas provas, será uma semana puxada.

No final das contas, essa graduação de dois anos é reconhecida como curso superior (técnico) pelo MEC, e é muito melhor do que não estar fazendo nada.

Bom, é isso, um abraço a todos e ótimo fim de semana.

Clara Angélica, jornalista da UFPE, me enviou hoje este banner, informando sobre este curso que vai ocorrer aqui em Recife.

1º Curso de Extensão em TV Digital do Recife

1º Curso de Extensão em TV Digital do Recife

Dando continuidade, após pouco mais de 4 meses quando escrevi a primeira parte desta série, venho novamente postar sobre o assunto. Não sei se fecharei aqui a idéia, mas ao longo destes 4 meses minha vida de freelancer mudou bastante graças a tão falada “crise mundial”.

Malabarismo

Quando iniciei este assunto aqui no blog, eu estava numa situação financeira confortável para um freelancer, aliás bastante confortável. Porém, no decorrer de dezembro e do mês de janeiro as coisas mudaram bastante. O suficiente para que eu parasse para repensar alguns pontos de minha vida pessoal/profissional e também sobre a relação contratante/contratado quando o assunto é prestação de serviços.

Para os que ainda não sabem, trabalho com administração e gestão de redes. Sempre focado em infra-estrutura de T.I. Esta área é pouco conhecida e bastante carente em todo o Nordeste, devido a falta de grandes empresas e até mesmo de investimentos por parte das empresas locais em seu setor de T.I. E desde que essa recessão começou as empresas diminuiram ainda mais os investimentos em tecnologia da informação, reduzindo seus custos com equipamentos, serviços e até mesmo realizando cortes de funcionários.

Para mim não foi diferente. As empresas que mantinham contrato comigo, optaram por reduzir a carga horária, algumas outras optaram por me pagar apenas pelas horas trabalhadas (propondo também um custo baixo nas horas). O resultado final foi uma queda nas finanças em torno de 50% dentro de 1 mês. Isso me fez repensar muita coisa, a primeira coisa que repensei foi a forma como eu vinha mantendo meu networking, a segunda coisa que repensei foi a relação de importância de meu trabalho dentro das instituições na visão delas, a terceira coisa foi a forma como eu vinha gerindo minhas finanças e por último mas não menos importante (talvez a mais importante) como andava minha formação acadêmica.

Há um tempo eu não vinha tendo tempo de comparecer em eventos de software livre e até mesmo outros eventos da área de tecnologia, devido eu estar sempre “me matando para apagar os incêndios dos meus clientes”, acho que eu havia me transformado em um bombeiro. Esse fato fez com que eu ficasse um pouco afastado de meu networking, este que vinha apenas mantendo com algumas poucas conversas via internet ou quando por acaso encontrava os conhecidos em algum lugar. Isso na hora da crise fez muita falta. Pois eu estava desatualizado com os meus contatos, muitos deles haviam mudado de emprego, houve casos em que mudou até de profissão. O fato é que a grande maioria tinha uma imagem muito diferente de minha vida profissional. Acreditavam que eu tinha grande estabilidade.

Então, definitivamente aprendi a importância de se reciclar e manter o networking atualizado, manter também um bom ciclo de amizades profissionais e pessoais, procurando sempre manter o contato.

O segundo ponto, sobre a importância do meu trabalho dentro das instituições, cheguei a conclusão de que o nordeste está longe de ser um polo na área de infra estrutura de tecnologia. Quando fui buscar oportunidades na internet, os bons empregos e serviços para administradores de redes, estão sempre lá em baixo do mapa, no sul e sudeste. Aqui a profissão ainda não tem muita importância, as empresas preferem pagar (chorando) por um serviço e depois só chamar na hora do incêndio para apagar. O profissional de T.I. anda muito desvalorizado por aqui, porém isso não é geral, claro que toda regra tem suas exceções.

Um fato comum, é quando empresas cortam os nossos serviços alegando que não são necessários para a manutenção preventiva. Um grande erro na minha opnião. Dois clientes que optaram por reduzir minha carga horária viram o problema ocorrer na prática. A velha história da falta de manutenção que gera um prejuízo de tempo (e até mesmo financeiro) grande na hora da correção.

O terceiro ponto, a forma como estava gerindo minhas finanças. Esse sim foi um ponto crítico. Eu não estava fazendo capital de giro (e eu que sempre recomendo a todos que o faça…), estava reinvestindo 100% do que eu ganhava em pró de meu conforto, boa aparência, boas condições e ferramentas de trabalho. Resultado: na hora em que “a casa caiu” as finanças andavam bem apertadas, o que me colocou contra a parede e me fez cortar custos até de onde não tinha como. Foi um golpe duro, confesso que até agora ainda não estou 100%, mas digamos que eu já estou 65%.

De ontem em diante, aprendi a guardar, ter paciência e só investir quando tiver condições reais de manter prevendo possíveis problemas financeiros.

O último ponto: Minha formação acadêmica que anda parada. Preciso retomar minha faculdade, pois não adianta apenas viver de apagar incêndios. Uma hora vou precisar de estabilidade e uma boa formação me ajudará a conseguir isto. Estou falando de retomar a faculdade na área de tecnologia mesmo. Pretendo fazer um curso superior de gestão de tecnologia da informação. Este curso é novo e visa formar um profissional com visão empreendedora e que entenda de tecnologia, mas focado na gestão do negócio.

Percebi isso nos anuncios de trabalho na internet, muitas empresas hoje não querem mais prestadores de serviços e além de exigir bastante conhecimento na hora de contratar, ter um diploma está cada vez mais se tornando um item de necessidade (até mesmo para concursos).

Bom, quanto aos clientes que propuseram redução de horas e financeira, bom estes eu propus que me ligassem apenas quando tivessem problemas. Prefiro que me paguem para apagar um incêndio (sei avaliar o custo beneficio para eles ;-) ), do que ficar recebendo um valor abaixo do cobrado pelo mercado (ajudando assim a prostituição do mercado), e ter que estar sempre dando satisfação ou recebendo ligações para resolver problemas bobos me fazendo perder muito tempo e ser subutilizado.

Finalmente, a vida de freelancer não é fácil! Requer muito malabarismo, paciência, inteligência, visão empreendedora e muita diplomacia. E como sempre, recomendo a todos que valorizem o seu trabalho, pois cada um de nós sabemos o quanto foi custoso adquirir o conhecimento a prática e a experiência em nossa área de atuação.

Se vou desistir da estrada? Certamente não… mas vou buscar cada vez mais estabilidade.

Agora é oficial! Depois que minha querida namorada, Caroline (Miau) – mais conhecida como a minha “namoesposa” – resolveu permiar seu maravilhoso “namorido” com este ingresso (estava esperando p/ver se recebia alguma grana p/comprar), eu agora oficialmente afirmo: EU VOU PARA IRON MAIDEN! MUITO OBRIGADO MEU AMOR! DE CORAÇÃO!

Em 2004 fui para Offspring, já em 2007 fomos (Carol e eu) para Scorpions e em 2008 também. Agora é a vez do Iron! Exatamente daqui a oito dias o Hellcife vai pegar fogo!

Iron Maiden in Recife

Iron Maiden in Recife

Quem vai? Quem vai?

Depois da famosa lei seca, meus fins de semana jamais foram os mesmos. Eu que tinha o hábito de dar uma saída, tomar uns chopps e jogar conversa fora, agora penso 10x antes de sair de casa. O fato é que a lei foi bastante rigorosa, mas será que havia necessidade de tal coisa? Sempre saí, tomei minha cerveja na paz, e cheguei em casa sem “stress“. Tudo bem, não é o melhor exemplo a se dar, mas o fato é que a Lei seca reduziu até o presente momento muito pouco os acidentes, sem contar que nem sempre o fato de estar dirigindo sobre o efeito de bebida é o motivo do acidente, vamos a um exemplo bem simples ocorrido recentemente aqui em Recife.

Um jovem de 21 anos ganhou uma Frontier do pai, foi com os amigos para a farra, na volta em um cruzamento cujo sinal estava aberto, um carro (Palio) avançou o sinal vermelho (carro dirigido por uma pessoa que não havia bebido e que não possuía carteira nacional de habilitação [ cnh ]) e deu-se a merda.

Resultado do acidente: Uma vítima fatal (ocupante do Palio), o jovem que dirigia a pick up passou uma semana preso porque estava dirigindo alcoolizado e seria o suspeito de causar o acidente; salve-salve as cameras de segurança que provaram o contrário. O fato é que segundo a perícia mesmo que não houvesse bebido o acidente seria inevitável naquela situação.

Lei seca reduz violência?

Lei seca reduz violência?

Aí encontramos o “X” da questão: Imprudência. Essa questão sim, é a grande causadora de acidentes. Toda semana passo dois dias trabalhando em Caruaru sempre vou e volto no meu carro e várias vezes lá estou eu viajando a 140 km/h fazendo a ultrapassagem de um caminhão por exemplo quando olho no retrovisor está um carro cortando luz pedindo para que eu saia da frente, então penso: “Nossa, estou a 140 km/h, bem acima do limite da rodovia e estou atrapalhando alguém?!”

Tudo bem, a estabilidade dos veículos de hoje é fantástica, 140 km/h em meu Clio parece que estava a 80 km/h no meu antigo carro, um Corsa. Gosto de correr, mas sei o limite, normalmente viajo a uma velocidade média de 100~110 km/h porém nas retas, gostamos de testar nossos carros não é verdade? ;-) (“Crianças não façam isso em casa”).

Falando agora de um modo geral, o trânsito em nossa região (Nordeste), parece ser bastante tranquilo, podemos ver isso nos números que geralmente saem após as épocas festivas. Sempre há aumento no número de acidente nas regiões, sul, sudeste e centro-oeste. E todos causados por imprudência.

E voltando ao assunto da lei seca, eu a renomearia para lei da tristeza. Sábado a noite foi para o baile de formatura de minha namorada e não bebi, pois não tinha um “amigo da vez” para dirigir meu carro. Então fiquei na água mineral e no refrigerante. Várias pessoas da mesa também não beberam pelo mesmo motivo e o fato é que foi detestável as 3:30 da madrugada no bom da festa sentir sono e não estar na mesma empolgação da formanda e ainda seco p/tomar uma cerveja gelada p/matar o calor. Sem falar de ter que aguentar o bando de bebados dentro do meu carro depois da festa.

Bom resumindo, para evitar confusão tenho feito o meu papel de “Cordeirinho” de uma lei a qual a “democracia em que vivemos aprovou”, e que até o presente momento em minha vida só tem causado tédio nos fins de semana.

Conclusão bem-humorada:

Quem não bebe vive menos:

1) Menos festeiro;
2) Menos alegre;
3) Menos feliz;
4) Menos paciente;
5) Menos jovem;
6) Menos humorado;

Os táxistas é quem mais estão lucrando com essa história.

Conclusão real: Se for beber não dirija, pois se tiver a “sorte” de ser parado em blitz poderá perder a carteira, pagará multa e em caso extremo de se envolver em acidente de trânsito, poderá ir preso até que se prove o contrário.

PS: Neste fim de ano a aplicação da lei estará mais rigorosa, portanto tomem mais cuidado ao sairem.

Abraços e boas festas

Então é Natal…

Todos os anos, (há 2008 anos pelo menos), a nossa civilização comemora o Natal. Mas afinal, o que é o Natal? Lembro dos tempos de criança, onde o Natal para mim tinha mais sentido, contava os dias do ano para a chegada do tal Natal. Eu sabia que nesta data comemoravamos o nascimento do Cristo, e nesta data também, o bom velhinho vulgarmente chamado de “Papai Noel” passava em todas as casas do planeta deixando milhares de presentes para as criancinhas que foram “bem comportadas e tiraram boas notas durante o ano”.

Bom enquanto criança eu pensava: “Nossa, como o ‘Papai Noel’ sabe todos os endereços e tem acesso a todos os boletins escolares do planeta? Mas e as criancinhas pobres que moram na rua, por quê elas não recebem presentes? Será que foram más durante o ano?!”

Então, os anos foram se passando e o Natal foi se tornando algo muito pessoal para mim e muito família, lógicamente, porque eu havia atingido a maturidade, mas será que foi só por isso? Domingo passado fui a missa e ouvi o bispo falando sobre o Natal, aquilo foi simplesmente fantástico para mim. Nunca havia ouvido uma autoridade religiosa falar daquela maneira.

Presépio

Presépio

Vou abreviar o que o bispo falou:

“O que é o Natal no mundo de hoje? São aqueles preços baixos e promoções que aparecem na TV para que possamos presentear nossos amigos, parentes e filhos? E as crianças de hoje, sabem realmente o significado do Natal? Outro dia fui convidado para uma ceia na casa de um casal de amigos, chegando lá me deparei com uma bela decoração, cheia de ‘Papais Noel’, luzes e árvores de natal e tudo mais que se utiliza em decoração natalina. Então alguém da família me perguntou:

- Então Sr Bispo, o que achou de nossa decoração?

Simplesmente respondi:

- Está horrível! Papai Noel é uma invenção do Diabo! Vocês não deveriam iludir as crianças dizendo que o Natal é a época em que Papai Noel distribui presentes no mundo inteiro. Suas crianças sabem o verdadeiro sentido do Natal? Já falaram para elas que nele comemoramos o nascimento do Nosso senhor Jesus Cristo, o Nosso Salvador?

Simplesmente todos na casa ficaram de queixo caído.”

Bom, isso foi o de menos que ouvi por lá, mas me fez pensar bastante. Todos os anos desde que nasci até hoje, ninguém nunca chegava para falar sobre religião no Natal, claro que havia a oração antes da ceia, mas depois era só comes e bebes e muita bebedeira, ou seja, o Natal deixou de ser uma comemoração e passou a ser uma simples “Tradição comemorada em família”. Claro que não vamos generalizar, mas estou falando de algo que realmente acontece. Quando eu era mais jovem lembro que as decorações começavam a ser colocadas nas lojas no mês de dezembro ou um pouco antes no final de novembro. Hoje temos lojas que no final de outubro já estão com o clima natalino por todos os lados (não o clima do Natal em si, mas de forma a chamar a atenção dos consumidores claro).

Esta data andava um pouco meio sem sentido para mim, achava algo muito pessoal e “chato”, pois todo ano todo mundo comemorava do mesmo jeito, mas esse ano pelo menos ganhou um sentido diferente. Pretendo fazer um Natal bem melhor e bastante diferente em 2009. Há sim e sem o “Papai Noel” é claro! =P (Aproveitando aqui para tascar um pouco mais de pimenta, quando meu irmão estava com uns 3 anos ensinei a ele que o “Papai Noel” era veado e corno [ ehehhehehehe ], pois andava com um monte de “bambis” puxando o trenó e só trabalhava com um bando de anõezinhos. Minha mãe ficava irada comigo, mas fazer o que né?! =P)

Fica aqui os meus votos de Feliz Natal no bom e verdadeiro sentido da Festa, e de Boas Festas e um Feliz e Excelente 2009 a todos(as)!

PS: Não concordo em 100% com a opnião radical do bispo! Rsssss ;-)

Primeiramente vou começar explicando a origem do termo “freelancer” segundo a Wikipedia:

“Freelancer é o termo inglês para denominar o profissional autônomo, que se auto-emprega em diferentes empresas ou, ainda, guia seus trabalhos por projetos, captando e atendendo seus clientes de forma independente. É uma tendência muito em voga no mercado de jornalismo, design, propaganda, web, tecnologia da informação, música e muitos outros.”

Resumindo, freelancer é um profissional autônomo que presta serviços para uma ou várias empresas. Existe um outro termo muito comum aqui no Brasil, o chamdo “Freela” (leia Frila), que é o famoso trabalho freelancer, aquele que apareceu para ser feito quando você menos esperava e gerou uma “graninha” extra. Neste meio existem vantagens e desvantagens.

Vou enumerar primeiramente algumas “desvantagens”:

  • Nâo tem garantias financeiras;
  • Aposentadoria: se não fizer um plano de aposentadoria privada ou se não trabalhar emitindo notas, nem pensar;
  • Tanto faz estar empregado hoje como não ter nada amanhã;
  • Tanto faz ganhar muito dinheiro hoje, quanto passar alguns meses sem ganhar;
  • Não tem férias;
  • Não tem 13º salário*;
  • Se tirar uma folga, pode ser que quando voltar tenha outro em seu lugar;
  • Os tomadores do serviço “geralmente” o vêem como um cara que está sempre disponível independente de dia e hora;
  • Não tem direitos trabalhistas;

Agora vou falar algumas “vantagens”:

  • Não tem problemas com cartão de ponto;
  • Você faz o seu horário;
  • Você faz o seu salário;
  • Pode criar um bom networking profissional e pessoal;
  • Pode esporadicamente dar uma “fugidinha” durante o horário comercial;
  • Pode trabalhar com vários “produtos” simultâneamente (enriquecendo assim o seu conhecimento);
  • Pode trabalhar a qualquer hora de qualquer lugar;
  • Nem sempre precisa estar presente no cliente, podendo fazer o trabalho remotamente;
  • Possibilidade de obter lucros bem maiores do que sendo empregado;

Você pode escolher onde quer trabalhar.

Você pode escolher onde quer trabalhar.

Já fui prestador de serviço, depois fui empregado e hoje novamente sou profissional autônomo. Posso dizer que eu sou o meu chefe. Mas honestamente, nem sempre isso é verdade. Geralmente seu cliente é o seu chefe. Aliás, não é um chefe e sim um cliente, pois ele está te pagando para que você faça o seu trabalho de forma a render bons frutos para o contratante.

Ser freelancer não é fácil. Exige paciência, requer bom conhecimento em várias áreas, requer saber trabalhar em grupo,  ter facilidade de se expressar e se comunicar, além de que requer muita disciplina para não acabar ficando obsoleto ou até mesmo preguiçoso. Sim preguiçoso, essa é a parte que você tem que ter mais cuidado quando está fazendo um freela. Nunca podemos pensar: “Ah, isso é coisa boba, eu faço rapidinho, vou deixar para depois…”, já dizia o ditado (se não me falha a memória é do Santo Expedito): “Nunca deixe para amanhã o que pode ser feito hoje”. Pois podemos ir empurrando com a barriga, mas sempre tem alguém precisando dessa “coisinha boba”.

Um outro fator importante é: “Trabalho bem feito é trabalho sempre recomendado e reconhecido”. Escutei esta frase de um cliente que era gerente de tecnologia de uma empresa para a qual presto serviços e foi assumir a gerencia de outra empresa. Alguns meses depois recebi a ligação dele me convidando para fazer negócios com a nova empresa. É importante assumir responsabilidade e compromisso com o contratante de forma a mostrar o seu profissionalismo.

Ter um bom networking e estar sempre mostrando seu trabalho para sua rede de relacionamentos pessoais e profissionais, pois sempre há uma boa indicação. Posso dizer que sou uma pessoa de sorte, pois graças a nosso bom Deus, nunca me faltou trabalho. Estou sempre sendo indicado por amigos e empresas para realização de trabalho nas áreas de servidores e desenvolvimento web. Apenas tome cuidado para não parecer que está querendo “aparecer de mais”, pois tudo em excesso pode ser prejudicial.

Bom, vou parando por aqui nas próximas semanas estarei retomando esse assunto fazendo a “Parte 2″ do artigo.

Domingo, dia de clássico Sport x Naútico. Como todo bom rubro-negro, não poderia deixar de ir. Então encontrei com os amigos e fomos direto para a ilha. Chegando a ilha, o primeiro problema: Faltava um ingresso para meu cunhado pirralha, eu tinha três opções:

1) Comprar uma entrada “inteira”;
2) Comprar uma entrada de “sócio” e arriscar entrar sem a carteira;
3) Comprar um ingresso de estudante ao FDP do cambista;

Ilha do Retiro

Ilha do Retiro

A primeira coisa que fiz foi descartar a terceira opção acima listada. Jamais irei contribuir com esse maldoso esquema de venda de ingresso que só atrasa a vida das torcidas (na final da Copa do Brasil os cambistas compraram os ingressos de gerais e estudantes todos, então revoltada a Torcida Jovem “assaltou” dois cambistas segundo me contaram e distribuiram os ingressos – bem feito).

Compra a entrada de Sócio seria arriscado, pois poderia dar problema na hora de entrar, como não estava com a carteirinha e nem tão pouco comprovante eu não quis arriscar e tive que pagar R$ 30,00 do ingresso.

Cheguei ao estádio com R$ 60,00, tive que pagar o estudante do cunhado (R$ 15,00) e o meu. Ainda sim antes de entrar no estádio fui procurar um lugar para parar o carro. Nas ruas flanelinhas querem R$ 5,00 adiantado (absurdo, cadê a polícia?). Então fui estacionar no Extra, pois o estacionamento pelo menos tem seguro. Chegando lá a grande surpresa: R$ 10,00 o estacionamento. Fiquei mais emputecido ainda. Abusam porquê são o único estacionamento da área, mas na rua é que eu não iria deixar, pois além de pagar os R$ 5,00 ao “flanelinha”, ainda corro o risco de ter meu carro roubado, arranhado, furtado etc.

Então continuando nossas contas: 10+15+30 = 55. Foi isso, só para começar R$ 55,00 gastos (poderia ter economizado R$ 15,00 se tivesse comprado os ingressos bem antes, mas mesmo assim seriam R$ 40,00 só de entrada no estádio). Lá dentro conhecemos uma hilária figura que tinha acesso livre as cadeiras e cobrava uma taxa simbólica para nos conduzir até lá. E ai lá vamos todos nós mais dinheiro gasto.

Resultado final: Gastei R$ 65,00 para ver o SPORT e Naútico empatarem num jogo muito nervoso. Um grande jogo diga-se de passagem e com o futebol apresentado pelas duas equipes [ em uma fria análise ], foi um resultado justo. Mas ir ao estádio novamente este ano? Bem vou pensar duas vezes antes de levar alguém comigo.

O trânsito é sempre um grande problema em cidade grade. Em Recife não é nada diferente. A cada dia que se passa o trânsito está cada vez mais caótico e mais veículos são “injetados” em nossas ruas. Há quem diga que um dia vamos todos sair de casa e não conseguiremos andar com nossos carros. Hoje vou contar algunas experiências e coisas que aprendi no trânsito.

Andando de carro…

Gasolina não anda nada barato e por sinal nunca mais baixou de preço (pelo menos não subiu mais). R$ 2,59 é a média de preço por litro em Recife. Meu gasto mensal com combustível variava entre R$ 400,00 e R$ 450,00 por mês. Isso porquê rodo diáriamente cerca de 60km entre os trajetos de casa e trabalho (ida e volta, sem contar com os dias atípicos onde tenho que fazer outros trajetos) e ainda existem os engarrafamentos que consomem bastante combustível.

Trânsito parado, hora passando, sinais e sinais de trânsito abrindo e fechando e você andando tão devagar quanto uma tartaruga. Claro que isso vai depender do horário também. O fato é que andar de carro começou se tornar um problema para mim. De manhã trabalho em uma cidade e a tarde em outra. No horário de almoço então quase sempre tinha que “engolir a comida” para chegar a tempo; outra grande barreira são as péssimas condições de nossas vias de trânsito. Troquei de carro há cerca de 1 ano e 6 meses, a suspensão do carro estava nova, sem um barulho, hoje está a maior batedeira, o último orçamento que fiz estava em R$ 1.200,00 para consertar, em suma o carro começou a custar caro para meu dia-a-dia e ainda estava me fazendo perder tempo.

Nada contra carros, muito pelo contrário, como todo bom brasileiro, eu amo meu carro e nada se compara ao conforto de andar no carro, com os vidros fechados e o ar-condicionado ligado, mas eu precisava resolver meu problema de custo/benefício. Ai decidi comprar uma motocicleta.

A Moto…

Comprei uma Honda Biz 125 KS, faz 45Km/L. A moto é bem simples de utilizar e pilotar. Começou fazer diferença logo na primeira semana. Enquanto para encher o tanque do Renault Clio custava em média R$ 120,00, o da Biz custa R$ 10,00 (quando vazio!), como podem ver a economia é grande, se eu passar o mês inteiro só rodando na moto gasto R$ 50,00 de combustível no máximo. No horário de almoço onde eu levava em média 45min p/chegar em casa, de moto levo pouco mais de 15min. Isso ocorre devido o famoso corredor que fica entre os carros (e pensar que eu odiava os motoqueiros me cortando no trânsito, hoje eu entendo o motivo). Enquanto os carros estão parados ou trânsitando a baixa velocidade em fila indiana, na moto saio cortando todos eles (com responsabilidade claro) e sempre ganho vários minutos.

Mas nem tudo são flores… diáriamente vários sustos podem ocorrer. O meu primeiro grande susto foi numa fila de carros parados, minha mão enganchou no acelerador da moto (a biz não tem embreagem), subi uma cançada e bati de lado em um muro (meu corpo bateu mas a moto não). Sorte minha que não haviam pedestres na calçada. O segundo grande susto foi na Av. Eng. Domingos Ferreira, quando um motorista desatencioso apressado avançou um sinal que eu passara no amarelo e bateu no pneu traseiro de minha moto me impulsionando para frente, sorte minha que na hora “aquela voz” no ouvido falou: “Acelera senão tu cai”. Dito e feito acelerei e não perdi o equilibrio e p/finalizar a parte dos sustos, o terceiro e último ocorrido em 10 meses de moto foi em Olinda, quando um ônibus trancou um carro e esse no impulso de se livrar do ônibus jogou o veículo para a esquerda sem olhar o retrovisor, eu estava na moto do lado do carro desviei mas ainda bati com o pneu dianteiro em um cavalete da delegacia, porém não caí, foi só o grande susto mesmo (graças a Deus). Sem falar dos outros sustos menores como carros que resolvem mudar de faixa sem olhar retrovisor, ciclistas na contra-mão quando você menos esperam ou ainda ciclistas que acham que podem passar em qualquer buraco (ciclista em trânsito é em geral muito irresponsável).

Bom para não extender muito, hoje pela manhã quando fui deixar Carol no trabalho, fui observando a quantidade de motos, e vi que o número aumentou bastante do começo do ano para cá. Então pensei:

“Motocicletas estão se tornando cada vez mais comum no trânsito do grande Recife. Acho que as pessoas estão observando que está se tornando mais prático e rápido andar de moto. Sem falar que as motos poluem menos que os carros.”

Com isso finalizo aqui esta primeira parte do meu pensamento ainda não com opnião formada e fechada sobre o assunto, mas acredito que uma das soluções para o trânsito é a utilização de motocicletas, mas claro que com responsabilidade. No próximo post falarei sobre segurança na pilotagem de motos e as vias de trânsito e o que poderia ser feito para melhoria delas.